Mapeamento sobre futebol e mídia em periódicos brasileiros de Comunicação Social e Jornalismo: análises preliminares
- INCT Futebol
- há 2 dias
- 11 min de leitura
Vanessa Matos Silva (UFS/INCT Futebol)
Cristiano Mezzaroba (UFS/INCT Futebol)
No texto abaixo, a autora e o autor apresentam os resultados parciais de uma pesquisa em desenvolvimento sobre a presença de artigos que abordam futebol e mídia em revistas científicas de Comunicação Social ou Jornalismo.

Apresentando o contexto da pesquisa e seus objetivos
A presente pesquisa tem como objetivo mapear o que tem sido pesquisado e publicado sobre a relação entre futebol e mídia, em artigos de revistas brasileiras de Comunicação Social e Jornalismo, considerando o período temporal dos últimos 25 anos, entre 2000 e 2025, mobilizada a partir de ações da linha “Mídias, torcidas e movimentos antirracistas no futebol”, vinculada ao INCT Estudos do Futebol Brasileiro (INCT Futebol/CNPq).
A pesquisa tem duração de um ano, tendo iniciado em setembro de 2025 e, neste momento, está na etapa final, com a consolidação dos textos encontrados, descrição e análise da produção identificada e mapeada. Assim, neste texto, apresentamos os resultados parciais obtidos até o presente momento, pois já é possível elencar alguns pontos que serão melhor aprofundados posteriormente em outras publicações a partir do relatório final da pesquisa.
Como sabemos, o futebol, enquanto manifestação corporal, é trazido da Inglaterra por Charles Miller e se propaga inicialmente entre o berço da elite brasileira (Guterman, 2010). Refletindo os valores da sociedade vigente na época, ele deixa de fora as classes menos favorecidas, principalmente mulheres e negros. Posteriormente, o futebol se dissemina entre as massas populares e passa a ser considerado algo tipicamente brasileiro, capaz de representar a “essência da nação”, altamente vinculado a uma identidade brasileira, com todas as glórias da seleção masculina em competições internacionais, a ideia de uma “malandragem” e a astúcia corporal, na forma dos dribles, como característica do que se convencionou chamar de “futebol arte”. Assim, conforme aponta Guterman (2010, p. 09), o futebol “[...] é uma construção histórica, gerado como parte indissociável dos desdobramentos da vida política e econômica do Brasil”.
Desde que se popularizou no Brasil, o futebol já dava indícios de ser um grande espetáculo, capaz de prender a atenção dos seus telespectadores. Para Franco Júnior (2007, p. 78), “[...] o futebol era conhecido pelos novos governantes como eficiente meio de mobilização das massas” e, por conta desse poder de mobilização, torna-se um campo de disputas (Guterman, 2010), alimentado, principalmente, pelos meios de comunicação.
Ainda no início, quando as matérias destinadas aos jogos eram feitas por meio da imprensa escrita (jornais), ou de crônicas esportivas (o futebol é, inclusive, o responsável por o Brasil ter grandes cronistas esportivos), já era possível cativar e prender a atenção do público. Quando o rádio começa a transmitir os jogos, o alcance é ainda maior, chegando a pessoas que nunca teriam a chance de assisti-lo em tempo real e presencial em um estádio. Quando essas transmissões chegaram à televisão, o futebol já era querido entre o público – e, como sabemos, a televisão foi o recurso técnico que elevou potencialmente o consumo e o interesse do futebol, não só no Brasil, mas no mundo todo, em grande parte responsável pela mercadorização e espetacularização do futebol.
Com o advento e popularização da internet, no final do século XX e agora no século XXI, e com os dispositivos móveis mais acessíveis, além de outras configurações tecnológicas e técnicas, certamente a relação entre mídias, tecnologias e futebol se intensifica e se complexifica, exigindo olhares investigativos ao fenômeno atual, principalmente em relação a sua mercadorização e espetacularização, além de outras dimensões que vão surgindo diante de uma dinâmica social, econômica e cultural que se reconfigura de forma muito rápida.
Diante desse breve e sucinto panorama, consideramos importante observar, identificar, mapear e analisar, a partir da produção acadêmica brasileira específica do campo da Comunicação Social e do Jornalismo, de que maneira essa relação entre futebol e mídia vêm sendo abordada pelo contexto acadêmico-científico.
O que o mapeamento nos mostra até agora?
Durante os meses de pesquisa (setembro de 2025 a junho de 2026), foram identificadas as revistas brasileiras das áreas de Comunicação Social e Jornalismo, a partir da classificação Qualis (CAPES) do espectro A1 a B2, de acordo com a plataforma Sucupira. Assim, chegamos ao conhecimento de 35 (trinta e cinco) periódicos, dos quais identificamos produção pertinente ao nosso objeto investigativo em 21 (vinte e uma) dessas revistas, que tinham pelo menos um artigo publicado sobre os temas futebol e mídia.
Em relação aos textos encontrados, considerando-se a leitura atenta do título, resumo e palavras-chave, chegou-se à escolha de 58 (cinquenta e oito) publicações, produção que foi organizada a partir do quadro abaixo e que já permite inferir alguns encaminhamentos.
Quadro 1: Textos sobre futebol e mídia em periódicos de Comunicação Social e Jornalismo
Artigos publicados/periódicos | Autoria | Ano de publicação |
Estudos sobre mídia, esporte e gênero no Brasil: Narrativas do futebol feminino e algumas propostas [Revista E-Compós] | Vimieiro; Eugênio e Souza | 2025 |
Jô Soares versus comunidade esportiva: confronto entre modos de interpretar na Copa do Mundo de 2018 [Revista Observatório] | Neto e Silva | 2025 |
A estreia feminina na narração de futebol na TV Globo: repercussões a partir do Twitter [Revista E-Compós] | Ferro; Zuculoto e Emerim | 2024 |
Narração esportiva no rádio: subjetividade e singularidade do narrador [Revista ECCOM – Educação, Cultura e Comunicação] | Silva | 2024 |
Jornalismo Esportivo e Futebol Feminino no contexto da Pandemia de COVID-19 [Revista Âncora] | Araújo |
2023 |
Gênero como categoria útil de análise no estudo sobre a representação jornalística de mulheres no futebol [Revista Ação Midiática] | Araújo e Ventura | 2023 |
“Dibrando” a mídia hegemônica: a imprensa alternativa na propagação do futebol de mulheres [Revista Intercom] | Lima; Januário e Leal | 2022 |
A Copa nas capas: futebol, acontecimento e romantismo na Copa FIFA 2018 [Revista Lumina] | Mendes e Dornelas | 2022 |
Comunicação, futebol e antifascismo: a cobertura jornalística das manifestações políticas de rua de torcedores organizados em 2020 [Revista Logos] | Lopes e Marcello | 2022 |
O futebol de mulheres na revista Placar: da objetificação à redenção [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] |
Leal e Mesquita
| 2021 |
Futebol, imprensa e memória [Revista Fronteiras – Estudos Midiáticos] | Soares; Helal e Santoro | 2021 |
Fotojornalismo e futebol: imagens de violência envolvendo torcedores organizados [Revista Comunicação & Inovação] | Santos; Lopes e Fontanari | 2021 |
“Chamou o VAR!”: mesas redondas na TV, comentário esportivo e o recurso visual na estreia brasileira no Mundial de 2018 [Revista Ação Midiática] | Neto | 2021 |
Violência simbólica e cidadania no futebol: o discurso homofóbico em programas esportivos [Revista Intexto] | Lemes e Temer | 2020 |
A construção dos problemas sociais do futebol: análise do potencial ideológico de editoriais da Folha de SP [Revista Famecos] | Lopes | 2019 |
O Brasil entre duas Copas: comunicação e inovação nos campeonatos mundiais de futebol de 1950 e 2014 [Revista Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia] | Karls e Silva | 2019 |
Foot-ball Mulato e o imaginário nacional: a atmosfera de sentidos da Copa de 1938 [Revista Alceu] | Helal e Mostaro | 2018 |
Telejornalismo e mito: da vitória antecipada ao fracasso dos “heróis” brasileiros na Copa do Mundo pela narrativa do Jornal Nacional [Revista Comunicação & Informação] | Porcello e Ihitz | 2018 |
O futebol e seus ídolos: David Luiz na Copa do Mundo de 2014 [Revista Rumores] | Simões | 2017 |
Macho, corajoso e bravo: a construção de sentidos sobre o futebol campeão da América, pelo jornalismo esportivo no Rio Grande do Sul [Revista Âncora] | Bandeira e Franzoni | 2017 |
Fotojornalismo esportivo e a derrota do Brasil para a Alemanha no Mundial de 2014: imagens de choro e lágrima nas capas de quatro jornais brasileiros [Revista Âncora] | Marques e Carlos | 2017 |
Futebol, torcida e territórios: diálogos entre Antropologia e Jornalismo em dia de jogo do Botafogo-PB [Revista Âncora] | Tella e Carvalho | 2017 |
Tipificações e cultura vivida na série especial do Jornal Nacional com os jogadores da Seleção Brasileira [Revista Cadernos de Comunicação] | Steffen | 2017 |
A exposição da intimidade do jogador de futebol Neymar no programa Esporte Espetacular [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] | Silva e Rodrigues | 2016 |
O desacontecimento em narrativas esportivas análise das produções jornalísticas de Eliane Brum sobre a Copa do Mundo de 2014 [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] | Ventura e Abib | 2016 |
A narrativa da Copa do Mundo de 1950 nas crônicas jornalísticas de Nelson Rodrigues [Revista Âncora] | Venancio e Silva | 2016 |
O olhar estrangeiro sobre a cerimônia de abertura da Copa da FIFA de 2014 no Brasil: o entendimento das marcas culturais e identitárias brasileiras [Revista Alceu] | Puhl e Todt | 2016 |
A segunda tela entra em campo: como as novas práticas interativas – ou a troca do radinho pelo celular – mudam o consumo de futebol [Revista Alceu] | Carauta | 2016 |
Ainda somos o país do futebol? Uma análise discursiva do The New York Times na cobertura da Copa do Mundo da FIFA 2014 [Revista Logos] | Cortez e Marques | 2016 |
Acontecimento e narrativas midiáticas: elos entre a tragédia do Maracanaço e o vexame da Copa do Mundo de 2014 [Revista Logos] | Casagrande e Silveira | 2016 |
A Copa do Mundo ao cair da tarde: a cobertura jornalística da conquista da seleção alemã [Revista Logos] | Junior e Falcão | 2016 |
Maracanazo, adeus? Da tragédia de 1950 à vergonha de 2014 nas narrativas da derrota da seleção brasileira na imprensa [Revista Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia] | Costa | 2016 |
A brasilidade no jornalismo de revista nacional: o início e o fim da Copa do Mundo de 2014 a partir dos implícitos no discurso de “Veja”[Revista Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia] | Marques e Cortez | 2016 |
Os anúncios publicitários na Copa das Confederações de 2013 e na Copa do Mundo de 2014: uma leitura das representações midiáticas do Brasil contemporâneo [Revista Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia] | Hollanda e Nogueira | 2016 |
Imprensa, representações e narrativas: A Copa de 1970 e a consolidação do discurso sobre futebol-arte [Revista Tríade: Comunicação, Cultura e Mídia] | Mostaro e Brinati | 2016 |
Os tempos mortos do futebol na televisão [Revista E-Compós] | Silveira e Silva | 2015 |
“Engole o choro e vai pra cima”: masculinidade e repercussão midiática da atuação brasileira na Copa do Mundo da Fifa de 2014 [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] | Araújo | 2015 |
Saudoso futebol, futebol querido: a ideologia da denúncia [Revista Alceu] | Lovisolo | 2015 |
A polifonia discursiva da Copa de 1994: os discursos autorizados sobre o tetracampeonato [Revista E-Compós] | Montanha e Helal | 2014 |
Do embate físico para o discursivo: enunciação de valores sobre a violência no futebol por Folha de São Paulo e Zero Hora [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] | Casagrande; Peruzzolo e Maggioni | 2014 |
As telas ubíquas e a midiatização do torcedor de futebol [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] | Satuf | 2014 |
Copa do Mundo FIFA 2014, seleção alemã e agendamento uma análise das notícias do portal UOL como resultado das redes sociais [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] | Ferreira e Varão | 2014 |
Seleção Brasileira, identificação nacional e imprensa a representação do “Mineiratzen” na Folha de São Paulo e O Globo [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] | Brinati | 2014 |
Futebolização do esporte na televisão: compromisso com o jornalismo ou com os números de audiência? [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] | Costa e Oselame | 2014 |
O futebol-arte na imprensa nacional: a construção de um estilo de jogo [Revista Estudos em Jornalismo e Mídia] | Mostaro | 2014 |
Futebol, corpo e publicidade: um estudo de caso [Revista Comunicação, Mídia e Consumo] | Montanha e Helal | 2014 |
Processos midiáticos do esporte: do futebol na mídia para um futebol midiatizado [Revista Comunicação, Mídia e Consumo] | Brittos e Santos | 2013 |
O maior espetáculo da terra: o futebol e a sua capacidade de transgredir os níveis de cultura de massa [Revista Intexto] | Keske; Prodanov e Moser | 2012 |
Guerreiros não abandonam a batalha: a publicidade de cerveja no Mundial de Futebol de 2010 [Revista Organicom] | Pereira | 2011 |
Futebol e comunicação, um processo de consumo chamado paixão [Revista Organicom] | Ferraz | 2011 |
O que está em jogo no jogo? Reflexões sobre a transformação do futebol em um grande negócio [Revista Comunicação, Mídia e Consumo] | Guerra | 2011 |
O espetáculo do futebol: experiência estética e experiência midiática [Revista Lumina] | Silveira e Silveira | 2011 |
Quanto vale uma partida de futebol? A relação entre televisão e futebol no cenário midiático contemporâneo [Revista Logos] | Aguiar e Prochnik | 2010 |
A função-autor e a crônica esportiva no Brasil: representações da Copa do Mundo em alguns jornais paulistas e cariocas [Revista Logos] | Marques | 2010 |
Um teatro de sensações: imprensa esportiva, melodrama e folhetim [Revista Ciberlegenda] | Costa | 2010 |
Rádio e tv: o jogo da narração – A imaginação entra em campo e seduz o torcedor [Revista Lumina] | Guerra | 2007 |
Idolatria e malandragem: a cultura brasileira na biografia de Romário [Revista Intercom] | Helal | 2003 |
A construção de narrativas de idolatria no futebol brasileiro [Revista Alceu] | Helal | 2003 |
Fonte: Os autores (2026)
Até o momento, preliminarmente, foi possível perceber um maior índice de publicações em periódicos pertencentes a instituições localizadas nas regiões Sudeste e Sul, evidenciando que a produção sobre futebol e mídia tem sido veiculada em periódicos dessas duas regiões, que concentram o maior número de instituições de pesquisa e, também, de recursos acadêmicos, considerando a configuração brasileira.
As duas universidades com maior número de pesquisadores(as) envolvidos(as) nas publicações dos artigos também pertencem à região Sudeste do país, neste caso, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e a Universidade Estadual Paulista (UNESP). Ao pesquisar mais profundamente, foi possível notar que ambas possuem grupos de estudos voltados à temática do futebol.
Sobre o período, foi estabelecido um recorte de 25 anos (2000-2025) para a coleta dos artigos. O que foi possível perceber até agora é que, na primeira década dos anos 2000 (2000 a 2010), os artigos que tratam sobre futebol e mídia são escassos, e só nos últimos quinze anos (2010 a 2025) é que começaram a ser publicados com maior frequência e quantidade artigos sobre futebol e mídia, com o número de publicações crescendo em anos de realização de Copa do Mundo de Futebol: em 2014, com a Copa realizada no Brasil, identificamos 8 (oito) artigos; e em 2016, ano de realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro, identificamos 12 (doze) artigos publicados. O dado, analisado assim, permite inferir que o campo acadêmico da Comunicação Social/Jornalismo dedica suas atenções às dinâmicas de compreensão da cobertura dos megaeventos, configurando-se como momentos singulares para análises, tendo em vista a multiplicidade de estratégias de agendamentos, enquadramentos, de publicidades, de novidades tecnológicas em relação às transmissões etc.
Outros temas que se destacam direcionam-se (a) ao papel da mídia na construção de ídolos, (b) ao espaço que o futebol feminino vem ocupando na mídia esportiva, (c) à cobertura jornalística sobre as torcidas organizadas, e (d) aos anúncios publicitários sobre futebol em anos de megaeventos, dentre outros que ainda estamos identificando e passarão uma análise mais pontual e aprofundada.
Breve fechamento enquanto a pesquisa segue!
Apesar de o futebol ser um fenômeno mundial, que é atravessado por diversos temas como gênero, classe e raça/etnia, temos constatado que, quando se trata de atrelá-lo à dimensão midiática – a mídia em seus aspectos técnicos e em seu conjunto: mídia impressa, rádio, cinema, televisão, internet –, que se apresenta como sendo um importante vetor de produção de imagens, discursos, desejos, símbolos, afetos, consumos, polêmicas etc., não se encontra um elevado número de produção acadêmica nas áreas de Comunicação Social e Jornalismo.
São duas áreas em que o estudo sobre mídia é central, ainda mais considerando a centralidade cultural (e também econômica) que o futebol ocupa na sociedade brasileira e mundial. No entanto, é preciso levar em conta que foi possível observar um aumento de publicações sobre futebol e mídia nos últimos quinze anos (2010-2025).
Como ainda está em andamento, nossa pesquisa ainda busca analisar outros aspectos relacionados ao tema, como, por exemplo, identificar redes de interação e participação que se manifestam nos grupos de estudos nos quais as pesquisas sobre mídia e futebol são realizadas, os principais conceitos que aparecem nos artigos e os desenhos metodológicos de cada uma das publicações. Ao final, espera-se que o mapeamento contribua com os estudos sobre mídia e futebol, fomentando a aproximação entre os campos da Comunicação Social, Educação Física e Ciências Humanas e Sociais, ao observar o futebol na articulação desses três contextos acadêmicos.
Referências
FRANCO JUNIOR, Hilário. A dança dos deuses: futebol, sociedade e cultura. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
GUTERMAN, Marcos. O futebol explica o Brasil: uma história da maior expressão popular do país. São Paulo: Contexto, 2010.
Sobre a autora e o autor
Vanessa Matos Silva é discente do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e bolsista de iniciação científica do INCT Futebol. Email: matosvanessa012@gmail.com; Lattes: https://lattes.cnpq.br/2778464666908199.
Cristiano Mezzaroba é doutor em Educação (UFSC); professor no Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe (DEF/CCBS/UFS) e também Professor Permanente no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED/UFS). Coordena a linha de pesquisa “Mídias, torcidas e movimentos antirracistas” no INCT Estudos do Futebol Brasileiro/CNPq.
As perspectivas presentes nos artigos veiculados no blog Bate-Pronto não necessariamente refletem as posições institucionais do INCT Futebol.
A pesquisa apresentada se insere em um esforço maior que vem sendo realizado pela linha “Mídias, torcidas e movimentos antirracistas”, do INCT Futebol. Se quiser acompanhar mais detalhes, leia o nosso texto: Mapeando a produção acadêmica brasileira sobre futebol e mídia.




Comentários