
INCT Futebol estabelece convênio com a Universidade Nacional de Córdoba
6 de janeiro de 2026
15:00

A Universidade Nacional de Córdoba é uma das maiores universidades da Argentina. Imagem: Albano Azarian/Wikimedia Commons
O INCT Futebol e o Centro de Estudos Avançados (CEA) da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da Universidade Nacional de Córdoba (UNC) estabeleceram um convênio que visa desenvolver ainda mais as relações entre pesquisadores(as/us) que estudam o futebol no Brasil e na Argentina. O acordo foi estabelecido por meio de um convênio firmado entre a UNC e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2024.
A Dr.ª Carmen Rial (UFSC), coordenadora-geral do INCT Futebol, e o Dr. Carlos Juárez Centeno (UNC) deram início à parceria durante a participação de ambos em um simpósio ocorrido no Congresso Internacional de Americanistas: Novos Desafios, Novos Espaços, realizado na Universidade de Novi Sad (Sérvia), entre junho e julho de 2025. Carmen explica sobre a importância desse evento: “Esse congresso é um espaço muito importante de diálogo de pessoas que estudam na América. É um congresso enorme e muito tradicional, que estava comemorando 150 anos.”
A coordenadora do Instituto conta como a fala de Carlos no congresso levou à ideia de estabelecer o convênio: “Ele falou sobre futebol e globalização, que são dois temas que a gente tem trabalhado no INCT Futebol, e eu particularmente tenho trabalhado há 20 anos. Eu achei muito importante que houvesse esse diálogo, porque nós já tínhamos contato com pesquisadores(as/us) de futebol em Buenos Aires e em La Plata, mas ele vem da Universidade Nacional de Córdoba, e ali não conhecíamos ninguém que trabalhasse com futebol.”
A primeira atividade do convênio foi a participação de Carlos em uma mesa do IV Colóquio Internacional do INCT Futebol, ocorrido na Argentina, entre outubro e novembro de 2025. Carmen comenta sobre a participação do pesquisador: “O Carlos fez uma excelente apresentação, e pretendemos incluir o texto dela no próximo livro da nossa coleção editado pela Associação Brasileira de Antropologia (ABA).”
